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Un 28% de los portugueses está dispuesto a unirse a España 23 de septiembre de 2006 (9:44 pm)

Publicado por JGIbañez en : Opiniones , trackback

[Noticia de El País]

Portugal

¿Y ahora se lo plantean? Otra historia se habría escrito para los pueblos ibéricos de permanecer unidos como una sola nación, y como un solo imperio en América, justo cuando se empezó a formar el imperio británico que, ayudado por piratas a quienes sus propios reyes condecoraban, y aliado clásico de Portugal (divide y vencerás), tardó poco en desplazar la primacía de nuestra potencia sobre el planeta, e incluso en conseguir que dejáramos de ser potencia mundial ¡A buenas horas se dan cuenta, ese 28% de portugueses, de con quien les habría convenido más aliarse!

Comentarios»

1. Manolo - 25 de septiembre de 2006 (2:02 pm)

Vamos, vamos. El resultado de esa encuesta es que el 72% de los portugueses no tienen ni la mas remota intención de hacer semejante cosa.

Sería interesante saber cuantos españoles se unirían a Francia o a algun otro pais de la UE que estuviera en mejores condiciones economicas. Apuesto que igual o mayor porcentaje…

2. JGIbañez - 26 de septiembre de 2006 (9:04 pm)

La noticia era tan anecdótica como el comentario. No soy nacionalista aunque lo parezca, tampoco nacionalista español. E imperialista mucho menos. Y la historia es la que ha sido, y ya no se puede cambiar. Pero me parecería útil, por ejemplo, que se aprobara y se pusiera en práctica la Constitución Europea, y también sería partidario de que un hipotético gobierno mundial -al menos en lo que respecta a las guerras- estuviera en manos de la ONU. Y todo ello no por afán imperialista, sino por darle un poco de coherencia planetaria a las relaciones humanas. Pero, vamos, sin apasionamientos :)

3. Flavio Silva - 11 de agosto de 2007 (6:15 pm)

Portugal para sempre.
Um nacionalista não tem que ser necessariamente fascista também pode ser comunista.
Portugal é uno não é como Espanha/Castela uma outra jugoslavia na Europa.

4. JGIbañez - 20 de agosto de 2007 (6:55 pm)

Gracias por su intervención, Flavio Silva.

El comunismo siempre ha sido más internacionalista que el fascismo, y lo manifiestan hasta en su propio himno “La Internacional”. Estoy de acuerdo en que el sentimiento de nación unida de Portugal es incomparablemente mayor que el de España, y no digamos el de Yugoslavia… que ya ni existe.

Pero si ese mismo sentimiento de unidad nacional se hubiera conseguido crear en su momento en toda la Península Ibérica, hoy en día América del Sur, junto con América Central, y junto con México, conformarían una zona geográfica que no estaría tan supeditada al despotismo de los EEUU.

Saludos

5. Flavio Silva - 21 de agosto de 2007 (5:18 pm)

Obrigado pela resposta.
No pós 25 de Abril em parte os Comunistas e Álvaro Cunhal só atrasaram Portugal caso semelhante a Hugo Chavez (quase tivemos uma guerra civil) mas em parte nós portugueses tivemos mais liberdade de expressão e sem repressão.

Já repararam que se os Republicanos/Comunistas tivessem ganho a guerra civil espanhola poderiam ter invadido Portugal e aliarem.se á União Soviética? Talvez a Alemanha-nazi podia ter invadido Espanha juntamente com Portugal e Portugal poderia anexar Galiza, Badajoz, Olivença etc… :) Faz lembrar a guerra de sucessão espanhola.
E não somo nós que temos terroristas independentistas ou chegamos á América latina e exterminarmos milhares de nativos.É o que me orgulha ser Português. José Saramago esse comunista muitos portugueses estão desiludidos como ele.

Lembram-se do Programa da RTP?
O Ditador António de Oliveira Salazar venceu o programa porque muitos portugueses ficaram tristes com a actual situação sócio-economia de Portugal.
Ele não foi o maior Português de sempre mas quando ele estava a governar havia ordem e paz em Portugal. As pessoas recebiam pouco ao final do mês mas dava para comprar quase tudo não é como hoje ganha-se mais em relação a essa época e mesmo assim não dá quase para comprar comer.
Por isso digo hoje em Portugal há uma espécie de censura que quando somos nacionalista/Patriotas chamam logo fascista creio que existe uma ditadura mural de esquerda em Portugal o que não nos deixa avançar.
Este governo do PS até tem feito algo mas é muito centrista. Esta a agitar muitos interesses instalados. Por outra parte tem fechado maternidades,escolas e sobretudo remodelar a função publica

6. Flavio Silva - 21 de agosto de 2007 (5:23 pm)

Error não era mas sim .

.

A America latina podia forma um único pais como o Brasil assim acho que ficavam mais a ganhar.

7. Flavio Silva - 21 de agosto de 2007 (5:24 pm)

José Saramago esse comunista muitos portugueses estão desiludidos com ele. Esta e a frase correcta lool.

8. JGIbañez - 22 de agosto de 2007 (9:18 pm)

Yo no defiendo el comunismo, amigo Flavio, es posible que durante la República española, si no se hubiera producido la guerra civil de Franco, los comunistas habrían terminado por arrastrar a toda la Península hacia la órbita soviética; es posible que las posteriores invasiones alemanas nazis también nos hubieran alcanzado a ambos pueblos… y es posible que con la victoria aliada las dos naciones, al final, se hubieran visto liberadas de cualquier tipo de tiranía… es posible… o quizá no. Ya no hay forma de saberlo. En cualquier caso no me gustan las dictaduras, sean del color que sean, ni comunistas ni fascistas.

En América los españoles cometieron masacres contra los nativos, pero no los exterminaron por completo, y además se mezclaron con ellos. Y la prueba está en la cantidad de población mestiza que habita por toda América Latina. Los sajones y nórdicos europeos sí consiguieron casi el exterminio completo de los indios que poblaban el territorio norte-americano, reduciendo la cantidad de sus habitantes a loa mínima expresión; y además, los colonizadores británicos junto con los portugueses en Brasil, contribuyeron muchísimo más que los españoles al tráfico de esclavos africanos. Pero con diferencia.

Si se trata de hacer reproches históricos hay para dar y tomar. Desde todos los ángulos.

9. Flavio Silva - 24 de agosto de 2007 (12:54 am)

Sim, sim é verdade o trafico de escravos de África para o Brasil é um episódio triste para Portugal e teve consequências em todo o planeta.

E se Portugal anexar a Galiza?
O mapa de Espanha/Castela era mais uniforme porque não tinha a testa de ponta na parte norte-oeste de Espanha.
Se eu fosse Espanhol não gostava de ver o mapa de Espanha por causa do que Portugal faz no mapa.
Eu acho que o principal problema entre Portugal e Espanha é por causa do mapa não ser uniforme. Assim Espanha geograficamente era um e Portugal um ocupando toda a faixa atlântica e Espanha metade da península Ibérica.

10. Flavio Silva - 24 de agosto de 2007 (12:58 am)

Assim Espanha geograficamente era um : quadrado : e Portugal um : rectangulo : ocupando toda a faixa atlântica e Espanha metade da península Ibérica.

11. JGIbañez - 25 de agosto de 2007 (7:16 pm)

Todo dependería de la voluntad de los gallegos, aunque el nacionalismo no es que coseche demasiados votos en esa región ¡y no digamos ya el anexionismo! Pero es cierto que el mapa de España sería más regular sin el área correspondiente a Galicia, y no como ahora que parece como si le hubieran pegado un bocado en la zona que ocupa Portugal.

No obstante la noticia hacía alusión a una encuesta en la que el 28% de los portugueses estaría dispuesto a unirse a España, y se supone que ello es debido a la buena marcha de los índices macroeconómicos españoles, que no sólo se mantiene sino que crece, fenómeno que dura ya una década de forma ininterrumpida… pero resulta que la Comunidad Autónoma de Galicia no es precisamente la más próspera de entre todas las regiones españolas… es decir “…nem bom vento nem bom casamento…” y al final las encuestas seguirían aunciando que existen muchos ciudadanos gallego-portugueses que quieren unirse a España.

Saludos

map_spain2.jpg

12. Flavio Silva - 26 de agosto de 2007 (11:28 pm)

Olá.
Assim esse mapa é mais uniforme quer Espanha/Castela e Portugal
nessa hipotética situação era mais > bonito

13. Flavio Silva - 26 de agosto de 2007 (11:57 pm)

A Galiza e Portugal tem ligações históricas e culturais.
Por outra lado desde 1580 que Castela mudou o nome para Espanha e em 1640 guerra da independência de Portugal devia ter voltado a ter o nome original de Castela, pois para mim isso confunde os turistas que vêem a Portugal ou Espanha/Castela.
Sobre a situação economia eu acredito que isso e por épocas históricas. Também advém do golpe de estado esquerdista em 25 de abri de 1974, Espanha/Castela não teve um golpe de estado esquerdista. E Portugal teve uma longa Guerra colonial ou Guerra do Ultramar que culminou no golpe de estado. Espanha já tinha deixado as colónias e por isso não teve guerra colonial no Séc:XX. Nas
Ex-colónias alguns políticos queriam transformar as ex-colónias como regiões Independentes de Portugal mas continuavam no encalço de Portugal devido há previsível guerra civil desses Países .
Assim Franco canalizou mais recursos para a industrialização de Espanha/Castela e quando entrou para a CEE em 1986 com Portugal já estavam preparados. Também é verdade que a descolonização portuguesa foi muito mal pensada e planeada centenas de ex-colonos fugiram para Portugal e iniciaram-se as guerras civis nas ex-colónias e Timor foi invadido pela Indonésia.
E se um Português quer ser Espanhol estamos na União Europeia podem ir viver e trabalharem para Espanha.
E para que é uma união ibérica se estamos numa União Europeia?
No caso da Galiza sei que já existiu movimentos Independentistas.
Na hipotética situação da Galiza se tornar Portuguesa podiam ser uma região autónoma de Portugal como as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Por exemplo a região Autónoma/Independente da Catalunha.

14. JGIbañez - 27 de agosto de 2007 (5:30 pm)

De la misma manera que ahora en España atravesamos una buena racha económica como nación, nadie puede asegurar que esa situación se vaya a mantener indefinidamente, o que el día de mañana no sea Portugal quien pueda dar lecciones de prosperidad.

La noticia de la que parten estos comentarios es de hace casi un año. Nunca más hemos vuelto a saber de esa fantasía, salvo por las palabras de Saramago. Es lógico que algunas personas desearían un poco más de pragmatismo en un planeta cada vez más protagonizado por grandes potencias y por bloques geográficos de estados unidos o asociados. Pero según la encuesta sólo es un 28% de portugueses quienes estarían de acuerdo con la unión ibérica, el resto, el 72%, siguen pensando que no es una buena idea… como además no podía ser de otro modo.

Personalmente el mapa que yo prefiero es éste:
eic-map.jpg

15. Flavio Silva - 27 de agosto de 2007 (10:11 pm)

Pois, talvez um dia Portugal seja superior economicamente a Espanha mas eu não sei para quando.Agora o Bloco Económico Mundial situa-se no Pacifico e na Ásia.
Esta noticia tem um ano e juntamente com as palavras de Saramago ainda teve mais protagonismo.
Eu na Interne encontrei este blog para dar o meu ponto de vista como português para esclarecer melhor a situação.
E tenta divulgar o mapa Espanhol aonde Galiza esteja incorporada em Portugal.
A noticia do Ditador Salazar que venceu o programda da RTP
teve muito protagonismo em toda a Europa e Saramago ficou ciumento. O que não corresponde totalmente a realidade. Espero quando a televisão Espanhola no programa o Ditador Franco não vença o concurso. Pela Europa e em outras partes do mundo alguns Portugueses ficaram embaraçados e envergonhados. Mas a vitoria de Salazar foi mais uma mensagem para os Políticos Portugueses e como têm governado Portugal desde o 25 de Abril.

16. Anxo - 2 de septiembre de 2007 (11:16 pm)

é o que nos faltaba ós galegos. Personalmente teño moito cariño a Portugal, pero si xa estamos mal dentro do Estado español non quero nin imaxinar a situación dentro de Portugal.
De todos os xeitos, sería a poboación galega a que tiña que opinar e saiban vostedes que polo de agora non sei de ningunha pesquisa na que nin o 28 nin o 10 nin tan sequera o 1% de galegos teña a intención de xuntarse con Portugal e o que si sei é que as pesquisas falan de unha boa cantidade de galegos que sí querrían a independencia do estado español.

non atopo nada serio falar de Galiza como si fose un apéndice de España ou de Portugal. Un pouquiño de seriedade. Galiza está donde está e a magoa é que non estivese un pouquiño máis preto de Irlanda, que visto o visto é o máis parecido a miña terra de todo o que nos rodea.

Galiza é dos galegos e son os galegos os que teñen que decir con quen queren e con quen non queren estar e o moito me equivoco o con quen queren estar os galegos é con os galegos e ninguén máis.

veña, seguide debuxando o mapa da península esta, parece que é unha boa forma de pasar o rato. A mi danme ganas de chorar.

17. JGIbañez - 3 de septiembre de 2007 (9:35 pm)
europaficcion07.jpg

A mi me dan ganas de llorar que a estas alturas del tercer milenio de nuestra era, en el siglo XXI, los nacionalismos anacrónicos violentos (y, por supuesto, no me refiero al nacionalismo gallego, me refiero a otros) sigan sembrando de enfrentamientos homicidas y de terror la convivencia entre los seres humanos. Y como prueba de que yo no cambio un nacionalismo por otro, y de que lo mío NO es el nacionalismo español, es por lo que compongo los mapas según las opiniones que voy recibiendo. Con mucho respeto y sin apasionamientos.

Si no tengo más remedio que ser nacionalista, lo soy de la Unión Europea, pero si me apuran preferiría sentir pasión y vibrar al ver la bandera de la ONU, así como al escuchar la música de un supuesto himno de Naciones Unidas. Cada cual tiene su opinión.

Y como quiero seguir “pasando el rato” pensando y visualizando cómo sería España sin las comunidades históricas que más sienten entre sus habitantes una pasión nacional independentista, pues aquí tenemos otro dibujo, con esas nacionalidades de la Península Ibérica en blanco, de indéntico color al que tiene Turquía… y del mismo modo que Turquía, según la hipótesis dibujada, estos nuevos estados libres y soberanos tendrían que esperar negociaciones fructíferas a las puertas de la Unión, y que TODOS los países miembros se pusieran de acuerdo para readmitirlos en el club.

18. marlin - 4 de septiembre de 2007 (7:40 pm)

Esto es dificil:

“Na hipotética situação da Galiza se tornar Portuguesa podiam ser uma região autónoma de Portugal como as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Por exemplo a região Autónoma/Independente da Catalunha”

Galicia nunca podría ser una región autónoma porque Portugal no concede autonómias a las regiones del continente. Las únicas que las tienen son Madeira y Azores y eso porque hubo grupos terroristas independentistas como como el FLA o el FLAMA.

Si hubiera Gallegos que quisieran defender su cultura politicamente se lo impediria la ley portuguesa que persigue expresamente a los partidos políticos regionalistas o separatistas.

http://es.wikipedia.org/wiki/Movimientos_separatistas_en_Portugal

19. Manolo - 5 de septiembre de 2007 (1:07 pm)

Muchas pajas mentales veo. Miremos lo que opinan allí:

http://meneame.net/story/cavaco-silva-saramago-basta-conocer-historia-portugal-para-saber-esa-propuesta-total-absur

20. Flavio Silva - 12 de septiembre de 2007 (8:19 pm)

Alguns anos atrás em Portugal fizemos um referendo nacional para criar zonas autónomas em Portugal mas o voto popular deu negativo.
Também é verdade que na madeira com o Senhor Alberto João Jardim tem tendências independentistas. Tal como nos Açores que depois da revolução de 1974 os E.U.A viam com bons olhos da independência dos Açores por causa da base americana nas Lajes.
Também esses movimentos independentista pós-revolução 1974
isso aconteceu com o apoio da esquerda portuguesa nos anos quentes de 1975 do grupo esquerdista do PREC -processo revolucionário em curso – Sua ideia era instalar uma Ditadura comunista em Portugal com apoio da união sovietica o Ditador seria Álvaro Cunhal
http://pt.wikipedia.org/wiki/PREC

21. Yaser - 15 de marzo de 2008 (6:04 pm)

Pero como se puede hablar de Galicia como si fuese una moneda de cambio entre España y Portugal. Por encima de todo está la voluntad de los gallegos. La historia nos demuestra que somos más que una región autónoma de Portugal, que el Gallego no es tan solo un ddialecto del Portugués y que no nos uniremos a Portugal por mucho que estemos aliineados geográficamente, como se atreven a decir que parece que Galicia es un bocado que España le cogió a portugal, en todo caso Portugal no es más que los restos de la antigua provincia romana de Lusitania perteneciente a Hispania, que cuando los reinos cristianos del norte de la península conquistaron a los árabes y se unieron, Portugal se desentendió, pero que en posteriores uniones en las que todos los terrenos de la península estubieron unidos Portugaal y Galicia eras dos cosas aparte, y ese país se llamaba ESPAÑA, y no Iberia como quieren los iberialistas.

Si los portugueses quieren una anexión que se unan, pero serían una comunidad autónoma más dentro de España, al mismo nivel que Galicia, eso que les quede muy claro. Al igual que Cataluña y Valencia son dos regiones separadas.

22. pereira dos santos - 27 de abril de 2008 (11:32 am)

Adorro Portugal, s’o foi pena eu ter de sair,por motivos familiares e
o

mais grave,por motivos proficional,conjugando os Judiciais!
Galizia e uma terra de encanto’aculhedora e quase como Coimbra
na hora da despedida so e pena que um dia Portugal se tena que unir a Galizia Espanha.

23. Iván - 20 de agosto de 2008 (5:46 pm)

Algunos de los comentarios que se han ido vertiendo aquí son interesantes pero otros denotan una enorme ignorancia sobre la historia de España. Portugal es una anomalía geopolítica que sólo se explica teniendo en cuenta el protectorado que el imperio británico ha ejercido sobre este país y sus colonias al menos desde el siglo XVII. Y esta situación llega a nuestros días con detalles sutiles… Durante muchos años la RTP estuvo retransmitiendo las campanadas de fin de año desde en Big Ben, como se hace en los países de la Commonwealth. Camões se consideraba español y escribió tantos obras en portugués como en castellano… La identidad nacional portuguesa después de 1640 se ha conformado como antítesis del sentimiento común español, con una necesidad enfermiza por negar lo evidente: es más lo que une que lo que separa a Portugal del resto de España. Respecto a Galicia, existe simpatía por los portugueses; no obstante los sentimientos de la mayoría de los habitantes de la región están lejos de buscar la aproximación a Portugal, más bien al contrario…

24. JGIbañez - 20 de agosto de 2008 (7:26 pm)

Desde el punto de vista anglosajón, boicotear la hegemonía ibérica en el mundo -y sobre todo en el Nuevo Mundo- era algo prioritario y urgente en aquella destacable época de los grandes descubrimientos por vía marítima que vivieron los dos países situados en el occidente meridional europeo.

El protectorado británico habrá servido mucho para satisfacer las efusiones nacionalistas portuguesas durante siglos, y lo vibrante de sus emociones locales, qué duda cabe; así como también sirvió para que Brasil mantuviera unidas sus impresionantes dimensiones territoriales (gracias a que ese mismo protectorado, al trasladar temporalmente la monarquía lusa hasta las colonias americanas, para preservarla de la invasión napoleónica, logró sentar las bases de lo que luego sería el gran estado unitario brasileño).

Pero lo cierto es que Gran Bretaña fomentó y protegió interesadamente la división política en la Península Ibérica, consiguiendo que lo que podía haber sido una gran potencia mundial duradera en el tiempo, en realidad nunca dejara de ser la bifurcación paralela de dos potencias coloniales medianas, breves y discretas en su día, para al final (una vez completados los procesos de descolonización) terminar como dos estados bastante mediocres en comparación con las grandes naciones actuales de Europa: Alemania, Francia, Gran Bretaña, Italia.

Me sigo sintiendo ciudadano de la ONU, y es la única realidad nacional, mejor dicho, plurinacional, por la que realmente sería capaz ya de emocionarme hoy en la actualidad (teniendo en cuenta que los conceptos patria y patriótico suelen estar acaparados en todas partes por los seres y las mentalidades más indeseables); pero la impresión que produce la Historia de nuestros respectivos pueblos, el de España y Portugal, es efectivamente la de una tremenda y estúpida anomalía geopolítica, favorecida desde el exterior con enorme cálculo alevoso.

Divide y vencerás.

Y, por cierto, lo mismo que Camões, el premio nobel José Saramago también muestra unos criterios heterodoxos respecto del sentimiento nacionalista portugués… pero, claro, ya se sabe suficientemente el concepto que tienen algunos patriotas lusos del genial escritor, y los calificativos que le dedican.

Gracias y saludos.

25. Manuel Pita - 10 de febrero de 2009 (11:48 pm)

Portugal fue es y seguira siendo una gran nacion europea y iberica claro del lado gallego hay mucho complejo por no tener las bolas que tuvieron los portugueses de mantenerse como una nacion independiente por siglos y ademas fue pontencia en los descubrimientos y del lado español porque nunca pudieron con el espiritu de la nacion lusa ni siquiera en los negros años cuando por estupideses de uniones de las casas reales lusas y españolas paso a ser parte de españa pero gracias a dios se la sacudio de encima sino seriamos otra galizia mas

26. Carmen - 10 de marzo de 2009 (11:23 am)

Lo cierto es que en Portugal, también hay independentistas en la zona norte, que se identifican mas con Galicia, que con el resto de Portugal. La cuestión es que los portugueses no quieren darles a estos su tan ansiada autonomía precisamente por el miedo independentista. Portugal es actualmente el único país europeo no regionalizado de Europa, en donde los diferentes distritos son gobernados por el que designa el gobierno central. Por lo cual todas las decisiones electorales se hacen globalmente, desde luego de esta forma los que ansían autonomía e independencia en la región norte no la van a obtener nunca, toda una lección de democracia.
Es ilegal también cualquier tipo de partido político nacionalista o independentista.
Suelen criticar el nacionalimo español, pero el portugués es mas intransigente que este.
El gallego no es un dialecto del portugués, es mas bien al contrario, el portugués un dialecto del gallego.
Los portugueses se pasan la vida malmetiendo a las distintas provincias españolas con Castilla, el nombre de Castilla lo relacionan con la palabra invasión. Cuando alguien menciona “el español” ellos dicen” Que español? castellano querrás decir”, al resto de lenguas españolas no las consideran como tal, apoyan la independencia de Cataluña, País Vasco y Galicia, sobre todo a esta última, que animan a unirse a Portugal, ven a España como la próxima Yugoslavia, y así lo dicen. Y desde luego este señor de arriba es uno de ellos
Un 28% de portugueses son Pro-españoles mas los independentistas de la región norte tendrían mas problema aun que España, si Portugal tuviera una democracia al mismo nivel que la Española. Donde esta pues la unidad portuguesa?
Nos temen; Un independentista de la región norte de Portugal, me comento que posiblemente teman que España termine por absorber Portugal.

27. Dimas - 19 de octubre de 2009 (11:27 pm)

Hace un mes que estuve en una ciudad de la Beira portuguesa, me sorprendió el gran entusiasmo que sienten por España, incluso algunos apoyan una unión con España, son grandes admiradores de España, al menos en esa región.

También noté que tienen poco conocimiento de la España de las autonomías, o lo entienden mal. Asimismo con Galicia dicen la afiinidad que sienten y que los gallegos hablen gallego y no castellano. No obstante les dije que en españa son oficiales en sus territorios otras lenguas junto al castellano, y que mi lengua materna no era el castellano sino el catalán. Tiene una visión compacta de españa, no diversa como es en realidad. al estar ellos acostumbrados a la homogeneidad de Portugal.

28. Pedro - 20 de abril de 2010 (12:29 pm)

“Portugal fue es y seguirá siendo una gran nación europea”. Pues si, pero tendréis que seguir aguantando que cuando viajéis por el mundo y digáis eso de…”soy portugués” muchos os respondan;”Ah, portugués, yo hablo un poquito de español”.
En Galicia no hay complejo de NADA, a lo mucho que se pueden acomplejar es de que les confundan con un portugués. Y recuerda; fue por unos eclesiásticos cuya riqueza y poder militar les permitían dictar órdenes, los arzobispos de Santiago de Compostela (Galicia) y de Braga, arzobispos en los que existía una gran rivalidad, pues ambos luchaban por ser el primado de “todas las Españas”, el de Braga al no obtener lo que quería alimento la idea de un estado independiente,y por un guerrero ambicioso Enrique de Borgoña de madre catalana por lo que ahora sois independientes. Por lo cual no fue por “bolas” Portugal fue creado por personas ambiciosas y con ansias de poder.
Carmen se ha dejado a los independentistas de Azores y Madeira. Y sobre la lengua mirandesa abría mucho que hablar, la unica diferenciada en Portugal y descendiente del Astur-leones, que a lo mucho a conseguido una ortografía hace poco y claramente aportuguesada, por lo demás tiene un “reconocimiento oficial” pero no es cooficial en la región con el portugués. Y luego pretenden decirnos que es lo que tenemos que hacer… Los Azorinos empiezan a preguntarse porque los portugueses llaman a su lengua dialecto…En fin…No os distraigáis con lo nuestro que en Portugal tenéis muchas cosas que hacer.

29. JGIbañez - 24 de abril de 2010 (8:33 am)

Banderas españolas para protestar por los recortes sanitarios en Portugal

30. David - 23 de octubre de 2010 (4:58 pm)

Yo soy gallego y os aseguro que galicia no puede formar parte de portugal nunca lo formo y nunca lo formara solo por que el idioma se parezca no quiere decir que se tengan que unir.Galicia esta ligada a españa desde siempre y por siempre y los gallegos nos sentimos orgullosos de ser españoles no como los catalanes o vascos.


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